Ana Gomes, Cheganos Oficiais, Luís Vilela, Nuno Afonso

Candidato do Chega à Câmara de Vila do Conde já sabe que a queixa de Ana Gomes que pedia a ilegalização do Chega foi arquivada? Ou está confundido?

António Luís Vilela Baptista, Presidente da comissão política do Chega de Vila do Conde, parece que já sabe o desfecho da queixa que pedia a ilegalização do partido de André Ventura, isso, ou então está “confundido”.
O candidato do Chega à Câmara Municipal de Vila do Conde, ex-PSD que em 2017 apresentou uma candidatura independente, mas teve que desistir da corrida depois do tribunal detetar que quase metade das assinaturas estavam em duplicado, escreveu na sua página que o Ministério Público arquivou queixa de Ana Gomes que pedia a ilegalização do Chega: “Esta abutre de esquerda enganou-se com quem se meteu!”

Na verdade, Ana Gomes pediu formalmente a extinção do Chega, junto da Procuradoria-Geral da República, em fevereiro, e na participação constam 40 pontos que explicam porque é que o partido de André Ventura é ilegal.
A “confusão” de Luís Vilela estará relacionada com a notícia sobre o arquivamento por parte do Ministério Público do processo das suspeitas de assinaturas falsas na constituição do Chega, que estava na base de um dos argumentos de Ana Gomes para pedir a ilegalização do partido.
Nuno Afonso, ex-vice-presidente do partido, que tinha sido constituído arguido durante a investigação, foi notificado do despacho do arquivamento que teve como base a falta de provas.

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