Cheganos Oficiais, Joaquim Chilrito, Rodrigo Alves Taxa

Nº1 da Lista do Chega pelos Açores em 2019 critica Presidente do Conselho de Jurisdição

Joaquim Chilrito, Nº1 da lista do Chega pelo Circulo dos Açores nas Legislativas de 2019, reagiu ao artigo publicado por Rodrigo Alves Taxa, Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional, que atacou os Negacionistas e o Juiz Fonseca e Castro nos seus comportamentos contra Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República?
Joaquim Chilrito, também ele um Negacionista, escreveu na sua página:

Quem te viu, e quem te vê…!! Já apoiaste: Migrantes, Muçulmanos e o Lobby Gay!
Só te faltava agora… apoiares PEDÓFILOS!!

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1 Comment

  1. LUIS JORGE VILA PINTO ALVES

    Ao C/ do Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do Chega, Dr. Rodrigo A. Taxa

    Ex. mo Sr.:

    Sou militante Chega! no pressuposto que é um partido de ruptura com o “sistema” instalado pós-25 de Abril, onde a corrupção, o nepotismo, a cleptocracia, o compadrio, as muitas «negociatas» criminosas com dinheiros Públicos, abusos de poder, e os mais diversos atentados ao Estado de Direito e á Constituição da República (C.R.P.) IMPUNES têm sido uma constante.
    Lamento e abomino, por isso, o texto de V/ Exª publicado no Jornal I, em 17/09/2021, com o título “Negacionistas, parvoíces, juízes que o não podem ser e ataques a Gouveia e Melo”.
    Mas vamos por partes.
    Pegou “moda” apelidar quem «desconfia» da bondade/ utilidade destas “vacinas covid” experimentais de «Negacionista» (subentende-se que Negacionista da “ciência”). No meu caso concreto, tenho o boletim de vacinas em ordem, como sempre tive. Enquanto Engenheiro (e pelos critérios que consideram “especialistas” indivíduos que todos os dias debitam alarvidades na comunicação social coagindo á toma da “vacina”, “generosamente” pagos pelas farmacêuticas, até serei “especialista” em electrónica, energia nuclear, mecânica, mecatrónica, robótica, lasers/ masers, programação de computadores, teoria da relatividade, mecânica quântica, etc.) será um pouco “estranho” eu ser «Negacionista» (da ciência). Até insultuoso e difamatório, porque falso (julgo que ainda é CRIME, p.p. no Código Penal Português [C.P.P.], ao contrário do alegado “negacionismo”…).
    Dito isto, é verdade que o vírus existe. O seu desenvolvimento (ganho de função para infectar humanos, como arma biológica) até foi financiado de forma CRIMINOSA (ainda não vi “autoridades” nacionais ou internacionais empenhadas em fazer o devido apuramento das muitas responsabilidades!) pelo Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID, amplamente financiado pela «big pharma») através do seu director Anthony S. Fauci (mas não só). Tenho em minha posse os cerca de 3200 “e-mails” que o confirmam (obtidos de forma LEGÍTIMA, fornecidos por um Tribunal Americano, no âmbito de um processo que corre contra o “Sr.” Anthony S. Fauci – Poderei fornecer uma cópia, se V/ Exª quiser…estudar).
    E isso (existência do vírus) é, efectivamente, um problema real. Mas a verdade do V/ texto acaba aqui, porque não há “pandemia”. Há uma “epidemia” travestida de “pandemia” pela OMS, (mais uma vez!) o que é muito diferente, com o nº de mortes extremamente inflacionado, como convém aos «ditadores de pacotilha», nos mais diversos países, para limitar Direitos e Liberdades Constitucionais dos respectivos cidadãos.
    Uma coisa é «morte com covid» ditada por um teste PCR de validade questionável , outra coisa muito distinta é «morte por covid». Por «alguma razão» (500€, que recebe um hospital, por cada “morte por/ com covid”) não se fazem as devidas autópsias e são pagos centenas de milhões de euros em “patrocínios” ao pessoal hospitalar. Não. Isto não é “ciência”. É CORRUPÇÃO.
    Afirma V/ Exª que “[…] julgo ficar bem claro que a minha grande preocupação é a saúde dos portugueses. De todos os portugueses”. Discordo.
    Quando em nome do alegado «combate ao covid», que produz efectivamente um nº relativamente reduzido de mortes, se adiam (e V/ Exª sobre isto não tem uma palavra!) milhares de rastreios do cancro, hipertensão, diabetes, depressões graves, cirurgias urgentes, e milhões de consultas que se traduzem e irão continuar a traduzir em muitos milhares de mortes/ ano por falta de acompanhamento médico adequado, V/ Exª não está preocupado com a saúde de todos os Portugueses. Quando muito, só de alguns – e poucos.
    Aliás, nem isso, atendendo aos sistemáticos atentados à saúde física, mental, social e económica de todos os cidadãos perpetrados por uma DGS que evidencia uma CREDIBILIDADE NULA e até já reconheceu em Tribunal não ter qualquer documentação científica válida (“peer review”) que justifique os “confinamentos”, utilização de máscaras e “distanciamento social” que só por si são um gravíssimo atentado à imunidade de grupo e aos sistemas imunitários – sobretudo das crianças – com consequências imprevisíveis no futuro, para todas as doenças transmissíveis.
    Afirma V/ Exª que “É indigno, inadmissível, intolerável e vergonhoso que alguém chame a Henrique Gouveia e Melo, assassino”.
    Enquanto militante Chega!, Cidadão e Contribuinte, considero, antes de mais, “indigno, inadmissível, intolerável e vergonhoso” que um arguido acusado de vários CRIMES (sobre os quais o Tribunal da Relação de Lisboa diz o seguinte: “O requerimento de abertura de instrução contém a enunciação dos factos susceptíveis de preencherem todos os elementos objectivos e subjectivos dos crimes imputados.”) seja nomeado para este ou qualquer outro cargo público.
    Acresce que as “vacinas” são EXPERIMENTAIS, têm apenas uma autorização PROVISÓRIA, para utilização de emergência, quer pela EMA quer pelo CDC, no PRESSUPOSTO (FALSO!) que não há outro medicamento aprovado capaz de combater o SARS-CoV-2. E tem-se revelado que a sua eficácia é cada vez mais questionável e duvidosa (basta ver os números em países com as 2 doses de “vacina” completa, como Israel…), assim como estão a ser conhecidos cada vez mais os (demasiados!) “efeitos” secundários muitas vezes fatais.
    Sucede que, sendo totalmente desconhecidos alguns dos componentes da “vacina” por alegada “protecção da patente”, nunca, mas nunca, poderá ser dado o obrigatório CONSENTIMENTO INFORMADO. Porque falta informação essencial obrigatória nos termos do Art.º 6º da Declaração Universal Sobre a Bioética e os Direitos Humanos (DUBDH), de 2005, que Portugal ratificou e, portanto, nos termos do Art.º 8º da nossa Constituição (C.R.P.), tem aplicação directa na nossa ordem jurídica interna, vinculando todas as entidades portuguesas (públicas e privadas!).
    O princípio contido no referido Art.º 6º (DUBDH), tem correspondência com o Art.º 157º do C.P.P., que diz:
    “𝘿𝙚𝙫𝙚𝙧 𝙙𝙚 𝙚𝙨𝙘𝙡𝙖𝙧𝙚𝙘𝙞𝙢𝙚𝙣𝙩𝙤
    Para efeito do disposto no artigo anterior, o consentimento só é eficaz quando o paciente tiver sido devidamente esclarecido sobre o diagnóstico e a índole, alcance, envergadura e possíveis consequências da intervenção ou do tratamento, salvo se isso implicar a comunicação de circunstâncias que, a serem conhecidas pelo paciente, poriam em perigo a sua vida ou seriam susceptíveis de lhe causar grave dano à saúde, física ou psíquica.”
    Ora, a violação, quer do Art.º 6º da DUBDH, bem como do Art.º 157º do C.P.P., fará incorrer em responsabilidade Criminal o respectivo agente, nos termos do Art.º 156º do C.P.P., se esse agente for médico ou pessoal médico autorizado, e fará incorrer na prática de crime de ofensa à integridade física, simples ou qualificada, consoante o grau de lesão, ou com agravação se o resultado for a morte da vítima, nos termos dos Arts. 143º a 147º do C.P.P., se o agente não for nem médico nem pessoal autorizado.
    Posto isto, e não sendo jurista, não tenho muitas dúvidas que QUALQUER MORTE provocada pela “vacina” em alguém CHANTAGEADO/ COAGIDO ILEGITIMAMENTE por este “Sr.” ou «cúmplices» da pseudo «Task Force» a tomar a dita “vacina”, com expressões públicas como «se for preciso vamos buscar as pessoas porta a porta» e outras alarvidades semelhantes, não deixará de ser HOMICIDIO. Intencional ou negligente. E parece-me que já há várias (demasiadas!) «mortes súbitas» enquadráveis aqui.
    Ora, importa ainda, referir as seguintes disposições da Constituição da República Portuguesa:
    – Artigo 25.º, n.º 1: “A integridade moral e física das pessoas é inviolável.”
    – Artigo 26.º: “1 – A todos são reconhecidos os direitos à identidade pessoal, ao desenvolvimento da personalidade, à capacidade civil, à cidadania, ao bom nome e reputação, à imagem, à palavra, à reserva da intimidade da vida privada e familiar e à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação.
    LEGISLAÇÃO criada e aperfeiçoada desde a 2ª guerra Mundial, especificamente para que CRÁPULAS não pudessem fazer o que estão já a fazer no «melhor interesse» não da saúde pública mas da «big pharma». Com a CUMPLICIDADE de todo o «SISTEMA».
    Seria expectável que um Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do Chega tivesse senso e os conhecimentos jurídicos para “perceber” pelo menos isto. Porque haverá muita mais legislação (válida) violada de forma ABJECTA.
    E seria ainda expectável que um Presidente do Conselho de Jurisdição Nacional do Chega se limitasse a fazer o trabalho que lhe compete pondo «ordem» em muitas concelhias e distritais como o Porto que, tudo indica vai ser (novamente!) uma desgraça nas próximas eleições. Em vez de debitar “opiniões” não fundamentáveis em «jornalecos do sistema».
    Afirma V/ Exª que:” Comigo, Portugal respeita as suas forças de autoridade.”. Comigo também. Sendo que “autoridade” não é “cargo”, “posto” ou “farda”. É quem actua em estrito cumprimento das OBRIGAÇÕES/ Deveres Constitucionais e Legais. Por essa ordem. Fora disso é apenas alguém que está a BURLAR os contribuintes, recebendo um ordenado sem efectuar o devido trabalho, como contrapartida (em «bom português» chama-se CHULO…).
    Afirma V/ Exª que: “Aquilo para o qual já não me estou a borrifar é a imagem errada que esta personagem dá dos juízes portugueses, pelo que defendo que deve ser o mais rapidamente possível expulso da magistratura.”. E “[…]Penso que quem tem que se meter no seu lugar é Fonseca e Castro. E esse lugar é fora da magistratura e do palco mediático.
    Tendo a concordar com V/ Ex.ª. A «imagem» claramente representativa dos juízes portugueses é dada por Rui Rangel, Fátima Galante, Vaz das Neves, Ivo Rosa, Neto de Moura, José F. Farinha Tavares, entre muitos outros menos «mediáticos», e os CÚMPLICES (superiores hierárquicos e até do C.S.M.) que permitem que “isto” se arraste, quais urubus de toga, anos a fio pelos nossos Tribunais, principescamente pagos com os nossos impostos. Com “sentenças” vendidas, “fundamentadas” na Bíblia, ou na primeira imbecilidade jurídica que passa pela cabeça do juiz, não tendo nada a ver com o processo ou com as OBRIGAÇÕES plasmadas, desde logo, nos Art.º 202º e 204º da C.R.P. Com gravíssimos prejuízos para os contribuintes e VÍTIMAS.
    Efectivamente, Magistrados como Rui F. Castro, Carlos Alexandre e mais uns poucos, que alertam para os Direitos Constitucionais dos cidadãos e/ ou fundamentam as decisões de acordo com o rigoroso cumprimento da CRP e da Lei não devem estar nesta magistratura. Deveriam estar nos Tribunais Internacionais a representar (bem!) Portugal em vez de serem «conspurcados» pela imagem de uma “justiça” demasiado cara, PÚTRIDA, vendida, lenta e totalmente INÚTIL para o cidadão de bem que a paga. Mas que «convém» a alguns «juristas» e aos «criminosos de elite» que estes «juristas» defendem.
    Afirma V/ Exª que: “Por fim, e por incrível que pareça, termino este artigo falando do episódio em que Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, foi fortemente ofendido enquanto almoçava perto do parlamento.”
    Enquanto militante Chega!, Cidadão e Contribuinte, considero, antes de mais, “indigno, inadmissível, intolerável ,vergonhoso” e, sobretudo OFENSIVO para todos os Portugueses de bem, que um arguido acusado de vários CRIMES – até PEDOFILIA (só não foi condenado porque a abjecta “justiça” que V/ Ex.ª elogia se «arrastou» vergonhosamente até os crimes prescreverem!) e que “se está cagando para o segredo de justiça (subentenda-se a Lei)” ou que os magistrados que investigam a rede de PEDOFILIA da qual ele faz parte “são uns merdas!”, seja presidente da Assembleia da República, 2ª «figura» do Estado e ALMOÇE repimpado à MINHA CUSTA e de quem trabalha. Não, não me representa. Representa V/ Ex.ª?
    Não vi, nos vários vídeos, proferidas afirmações FALSAS por parte dos manifestantes que permitissem ao visado «sentir-se ofendido». Antes pelo contrário, vi um legítimo “Direito à Indignação” e Manifestação, que não extravasa o que é prática corrente e sistemática nas manifestações de «esquerda caviar».
    Se o texto de V/ Ex.ª reflecte a posição oficial do Chega! nesta “palermia” generalizada, eu «estou fora». Não me identifico com isto, que é «mais do mesmo». Esperemos que o “politicamente correcto” (eufemismo para cumplicidade ou cobardia política!) para evitar “chatices” com “esta justiça” Portuguesa não leve o Chega! a ter “chatices” no Tribunal de Nuremberga / Haia por CUMPLICIDADE em CRIMES contra a HUMANIDADE.
    Se o texto não reflecte a posição do Chega!,deixo à consideração de V/ Exª uma expressão muito utilizada na minha terra: «A porta da rua é serventia da casa». Ou começar a trabalhar a sério, no sentido de apurar e demonstrar responsabilidades, considerando o “pensamento Negacionista” no fim, enviado para o M.P. como «complemento» à queixa por Crimes Contra a Humanidade apresentada (e devidamente fundamentada!) pelo Juiz Rui F. e Castro:

    “Pensamento de Negacionista”:
    Na «minha terra», quando um indivíduo é burlado por um conjunto de indivíduos com um qualquer «esquema» relativamente desconhecido, chama-se «vítima».
    Se o indivíduo, passado algum tempo, volta a ser burlado pelos mesmos indivíduos, com idêntico esquema, chama-se «lorpa».
    E se, depois disso, e passado mais algum tempo, volta a ser burlado pelos mesmos indivíduos, novamente com idêntico esquema, chama-se «imbecil», «atrasado mental», ou preferencialmente «burro como o carago».
    FACTOS:
    O Director (desde 1984) do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID, amplamente financiado pela «big pharma»), Anthony S. Fauci tem tido um papel central no combate a diversas epidemias, principalmente a de HIV/Aids, a partir dos anos 1980, sendo o principal responsável por divulgar e “recomendar” o AZT como o principal medicamento “milagroso” a utilizar no combate ao HIV/Aids, anunciado pela companhia que o produzia (e financiava a NIAID…) como “a luz ao fundo do túnel”, tendo obtido uma aprovação “em tempo recorde” (20 meses, assente em “estudos” da própria farmacêutica!), por parte da FDA (financiada pela «big pharma») em 1987, como «primeiro medicamento» para tratamento da SIDA.
    Ao fim de alguns anos, com estudos SÉRIOS e INDEPENDENTES, chegou-se à conclusão que o AZT matava muito mais, mais depressa, e com muito maior sofrimento associado aos efeitos secundários, que o próprio HIV/Aids. Isto depois dos mais diversos países gastarem fortunas (traduzidos nos lucros obscenos das “farmacêuticas” envolvidas no “tratamento”) na compra do dito “medicamento”, e sob o “alto patrocínio” da Organização Mundial da Saúde (OMS) – também “generosamente” financiada pela «big pharma» ou indirectamente pelos seus “accionistas” (a família italiana Orsini, a família americana Bush, a família real britânica, a família du Pont, os Morgans, Vanderbilts e Rockefellers, são alguns dos proprietários da Vanguard, que por sua vez é a maior accionista da BlackRock, sendo que em conjunto estes dois “fundos” não só possuem uma grande parte das acções de quase todas as grandes empresas mundiais, mas também controlam as acções dos investidores nessas empresas. Isso dá-lhes um monopólio quase completo em sectores como comunicação social, indústria, grandes “tecnológicas” como Microsoft, IBM, Google, Facebook Twitter, alimentação, “big pharma”, bancos centrais em todo o mundo – incluindo a Federal Reserve dos EUA – que é uma entidade privada, etc).
    Não foram os responsáveis/ benificiários desta GRANDE FRAUDE julgados, condenados e punidos de forma exemplar, o que lhes deu «motivação adicional» para «voltar à carga» uns anos depois com «esquema idêntico» mas de dimensão muito maior e muito mais «lucrativo», com a “Gripe A”, e o vírus H1N1 alegadamente «libertado por acidente» de um laboratório.
    Com a OMS a declarar em 25 de Abril de 2009, que a epidemia era um caso de “Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional”, significando que todos os países deveriam acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 11 de Junho o nível de “alerta” subiu ao máximo (nível 6) e é decretada a “pandemia”, com uma «conveniente» e «cirúrgica» alteração da definição para que esta epidemiazinha pudesse ser declarada como “pandemia”. O que levantou sérias suspeitas do Conselho da Europa, que decidiu investigar, com a Comissão Para a Saúde do Parlamento Europeu a aprovar, em Janeiro de 2010 e por unanimidade, a resolução que convoca o inquérito, onde se pode ler:
    “A fim de promover as suas drogas patenteadas e vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram cientistas e agências oficiais responsáveis pela Saúde Pública para alarmar os governos em todo o mundo e fazê-los despender orçamentos da Saúde, já de si reduzidos, em campanhas de vacinação ineficazes que expuseram, desnecessariamente, milhões de pessoas saudáveis ao risco de efeitos colaterais desconhecidos, devido a vacinas insuficientemente testadas.”
    Segundo a revista Visão (nos “tempos” em que publicavam artigos com critérios jornalísticos sérios) de 02.01.2010 (https://visao.sapo.pt/atualidade/2010-01-02-parlamento-europeu-investiga-gripe-af543078/):
    “O inquérito do Parlamento Europeu vai analisar a questão da “pandemia fictícia” declarada pela OMS em Junho de 2009, a conselho do seu grupo de especialistas e académicos (SAGE), muitos dos quais, foram apontados como tendo estreitos laços financeiros com os mesmos gigantes da indústria farmacêutica (os laboratórios ‘GlaxoSmithKline’, ‘Roche’, ‘Novartis’) que beneficiaram da produção de drogas e vacinas não testadas destinada à Gripe H1N1.”
    “No seu relatório oficial dirigido à Comissão, o Dr. Wodarg critica a pressão efectuada pela indústria farmacêutica junto de cientistas e funcionários da OMS, frizando que ela conduziu à situação em que “milhões de pessoas saudáveis foram desnecessariamente sujeitas ao risco de vacinas insuficientemente testadas” para uma epidemia de gripe reconhecida como “largamente menos perigosa” do que qualquer das epidemias gripais conhecidas até agora.”
    “Ao classificar a Gripe Suína (H1N1) como pandemia, a OMS conseguiu forçar os Estados a desenvolver planos de emergência para combater a pandemia, bem como, a adquirir milhões de lotes de vacinas anti-Gripe Suína”.
    A primeira vacina para a “nova gripe” foi anunciada para o início do Outono de 2009. Os laboratórios Novartis e Baxter International foram os primeiros a iniciar a produção em larga escala da vacina, seguidos por outros. E muitos países europeus compraram grandes lotes dessas vacinas, embora oficialmente esta “Gripe A” tenha causado menos mortes que uma simples gripe sazonal, segundo um estudo divulgado em Janeiro de 2013.
    Mas os possíveis efeitos colaterais das “vacinas” permaneceram e geraram controvérsia entre a população e os órgãos oficiais de saúde. A suspeita mais grave é a de que a vacina estava a provocar dezenas de mortos e estava relacionada com a síndrome de Guillain-Barré, uma doença incapacitante grave que ataca o sistema nervoso central.
    Assim, em Agosto de 2010, a directora-geral do organismo da OMS, Margaret Chan, anunciou o fim da “pandemia” de “gripe A”.
    Segundo se sabe, Portugal comprou milhões de doses destas «coisas», das quais foram utilizadas apenas 5%, com o restante a ir «para o lixo».
    Não foram, novamente, os responsáveis/ benificiários desta FRAUDE MONUMENTAL julgados, condenados e punidos de forma exemplar, o que lhes deu nova «motivação adicional» para «voltar à carga» uns anos depois com «esquema idêntico», mas agora à escala global, com o “novo Corona vírus”.
    Sendo certo que, entretanto, a «big pharma» (com a Pfizer “à cabeça”) tem somado ao longo de décadas inúmeras condenações em diversos Tribunais nacionais e internacionais por sistemáticas práticas Criminosas que «roçam» os Crimes contra a Humanidade, com experiências em larga escala de diversos medicamentos não autorizadas (até em crianças!) nos países do “3º mundo”, a coberto de uma pretensa “filantropia”. E tem «escapado» das condenações efectivas com o pagamento de «coimas» milionárias…que pouca «mossa» fazem nos lucros obscenos resultantes da actividade criminosa.
    Temos então, pela 3ª vez, os mesmos “protagonistas” (OMS a declarar uma conveniente “pandemia”, FDA a “aprovar” em tempo record uma «utilização de emergência» de uma “vacina” ainda EXPERIMENTAL, Fauci a “recomendar” dose sobre dose da “vacina milagrosa” injectada no maior nº possível de pessoas e o mais rapidamente possível – sem olhar a consequências, e a “Big Pharma” a «facturar» exaurindo os orçamentos dos Serviços de Saúde de inúmeros países), com o mesmo «esquema» a uma dimensão global, com os mesmos (e mais alguns novos “accionistas/ investidores” como o Bill Gates que só ele, com as “vacinas” já lucrou 200 biliões de dólares!) «beneficiários» destas receitas obscenas.
    Com a agravante que até (comprovadamente) financiaram o «ganho de função» de um vírus do morcego que era inofensivo para o Homem, novamente «libertado por acidente» de um laboratório, «criando a necessidade» de “investigação” multi-milionária e posterior distribuição de uma «vacina» á escala global, que até já estava patenteada desde 2012.
    «Liderados/ suportados» pela OMS e seu Director-Geral, o ex-ministro da Saúde da Etiópia, alvo de críticas severas justamente pela sua forma de lidar com simples epidemias, acusado de, entre 2006 e 2011, minimizar vários surtos de cólera (que considerava teimosamente como “diarreizinhas”), atrasando assim, de forma CRIMINOSA, as contramedidas necessárias e dando origem a milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas. Situação que só não foi mais grave por forte intervenção dos «médicos sem fronteiras». E é «isto» que “lidera” a OMS e o Ministério da Saúde Portugês «segue religiosamente». Não teremos cá Médicos dignos do título?
    Aguardo (sentado) que as “Autoridades”, pagas pelos Contribuintes, façam o trabalho que já devia ter sido feito desde os anos 80 do Séc. passado, para não chegarmos a este ponto. Já agora, juntem à “investigação” as inúmeras «negociatas» das máscaras, ventiladores, «apoios Covid» a todo o tipo de «instituições de amigos», etc. que estão a colocar o país na 4ª BANCARROTA.
    Assim como os “generosos apoios” da «Big pharma» aos muitos “especialistas” e Ordem dos médicos para debitarem tantas alarvidades diariamente na comunicação social, criando grave alarme social e COAGINDO as pessoas a tomar a “vacina”. E os contratos CRIMINOSOS entre o Governo e as farmacêuticas, isentando-as que qualquer responsabilidade por efeitos secundários (que já se cifram em muitos milhares de mortos ou com graves lesões – EMA, CDC…) da “vacina” – Algo INÉDITO com outros medicamentos/ vacinas.
    Terá que ser tudo devidamente «explicado». Até a real “eficácia” da alegada “vacina”, olhando para os países com a população toda “vacinada” como Israel…que já vai na 3ª dose…a caminho das seguintes.
    Isto posto e não negando o vírus (mas não lhe atribuindo a gravidade “propagandeada”), prefiro ser «Negacionista» do que «Burro como o Carago». Mas cada um saberá o que prefere.

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