Cheganos Oficiais, Rodrigo Alves Taxa, Rui Fonseca e Castro

Presidente da Direção do CJN Chega ataca os Negacionistas e o Juiz Fonseca e Castro e já há militantes a ameaçar entregar o cartão

Chega é o partido do É, mas não É! André Ventura já se afastou publicamente dos Negacionistas, mas ao mesmo tempo tem vários candidatos autárquicos que fazem campanha anti-vacinação nas suas páginas.
Rodrigo Alves Taxa publicou um artigo no jornal I onde ataca os Negacionistas e partilhou parte do artigo na página oficial do partido de André Ventura, o que provocou uma onda de criticas de muitos militantes Negacionistas, com alguns a ameaçarem não votar no partido, entregar o cartão de militante e abandonar as listas autárquicas.
O “ainda” Presidente do Conselho de Jurisdição do Chega (ainda, não devido a este artigo, mas devido à sua eleição ter sido feita no congresso que foi considerado ilegal pelo Ministério Público), afirma que respeita todas as opiniões, mesmo a do negacionismo, que considera uma parvoíce, e diz que o juiz Fonseca e Castro deve ser o mais rapidamente possível expulso da magistratura.
Rodrigo Taxa afirma ainda que ninguém minimamente equilibrado pode achar normal aquilo que se passou com a falta de respeito com Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, quando foi fortemente ofendido enquanto almoçava perto do parlamento.

Rodrigo Alves Taxa partilhou o seu artigo no Jornal i online, e escreveu:

[…] Em primeiro lugar, quero condenar de forma bem vincada os graves ataques e ofensas que têm sido feitos ao vice-almirante Henrique Gouveia e Melo. É indigno, inadmissível, intolerável e vergonhoso que alguém chame a Henrique Gouveia e Melo, assassino. Assassino ou qualquer outro epíteto desta dimensão. Defendo aliás que quem o fizer deve ser duramente punido. Gouveia e Melo merece respeito e admiração numa tarefa hercúlea a que tem sabido responder. […]
#CHEGA #AndréVentura #PorPortugalPelosPortugueses #UmPartidoUmLíderUmDestino

O que motivou vários comentários de seguidores da página do Chega:

Isto é a posição do Chega ou do Taxa?
Não devemos usar adjetivos ofensivos ao “coiso” e ao Ferro Rodrigues, Mas…já podemos injuriar pessoas que vivem em bairros sociais e não se podem defender com os mesmos meios. Qual a diferença em chamar umas coisas aos Ferro Rodrigues e a outros não condenados?
A inconsistência é a espinha dorsal desta organização de oportunistas!

Se não retirarem este artigo a insultar quem não se quer vacinar, deixo de seguir a pagina, entrego o cartão de militante e a seguir saio da lista a que pertenço! Pensava que este partido só estava contra quem não quer trabalhar. Afinal, também está contra, quem não se quer vacinar e por isso ser tratado como cidadão de segunda. Bardamerda para o Senhor Rodrigo Alves Taxa e todos os colaboracionistas!

Eu também respeitava o Sr. Rodrigo Alves Taxa que conheço pessoalmente. Agora, ao declarar apoio a assassinos, fez por perder o meu total respeito.

Maior fã
CHEGA, muito gostava de saber qual é exactamente a posição do Chega sobre a questão da vacinação covid, e outras. Este é um tema muito importante para mim que urge esclarecer. Parece que dão uma no cravo e outra na ferradura. Qual é a razão deste post e qual a posição do Chega. Por favor sejam claros. Há decisões importantes a tomar até 26 de Setembro.

Outro candidato a um lugar no banco de madeira em Nuremberga 2

O chega e mais um partido fo sistema ja perdeu o meu voto

Vá chamar negacionista a quem lhe fez as orelhas! Não chega o jornalixo que nos entra todos os dias pela casa dentro!

Sim senhor! Se calhar é melhor expulsarem-me do partido pois eu também tenho um nome para os assassinos que andam a injetar os portugueses com uma mistela experimental. Bolas, fiquei mesmo desiludida.

Era bem melhor permanecer calado a esse respeito…Só cria divisões, o Chega não precisa.

Antes de mais, explique lá a o que é ser negacionista.
Mas que facada no Chega, este artigo mais parvo.

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1 Comment

  1. “Pensamento de Negacionista”:
    Na «minha terra», quando um indivíduo é burlado por um conjunto de indivíduos com um qualquer «esquema» relativamente desconhecido, chama-se «vítima».
    Se o indivíduo, passado algum tempo, volta a ser burlado pelos mesmos indivíduos, com idêntico esquema, chama-se «lorpa».
    E se, depois disso, e passado mais algum tempo, volta a ser burlado pelos mesmos indivíduos, novamente com idêntico esquema, chama-se «imbecil», «atrasado mental», ou preferencialmente «burro como o carago».
    FACTOS:
    O Director (desde 1984) do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos Estados Unidos (NIAID, amplamente financiado pela «big pharma»), Anthony S. Fauci tem tido um papel central no combate a diversas epidemias, principalmente a de HIV/Aids, a partir dos anos 1980, sendo o principal responsável por divulgar e “recomendar” o AZT como o principal medicamento “milagroso” a utilizar no combate ao HIV/Aids, anunciado pela companhia que o produzia (e financiava a NIAID…) como “a luz ao fundo do túnel”, tendo obtido uma aprovação “em tempo recorde” (20 meses, assente em “estudos” da própria farmacêutica!), por parte da FDA (financiada pela «big pharma») em 1987, como «primeiro medicamento» para tratamento da SIDA.
    Ao fim de alguns anos, com estudos SÉRIOS e INDEPENDENTES, chegou-se à conclusão que o AZT matava muito mais, mais depressa, e com muito maior sofrimento associado aos efeitos secundários, que o próprio HIV/Aids. Isto depois dos mais diversos países gastarem fortunas (traduzidos nos lucros obscenos das “farmacêuticas” envolvidas no “tratamento”) na compra do dito “medicamento”, e sob o “alto patrocínio” da Organização Mundial da Saúde (OMS) – também “generosamente” financiada pela «big pharma» ou indirectamente pelos seus “accionistas” (a família italiana Orsini, a família americana Bush, a família real britânica, a família du Pont, os Morgans, Vanderbilts e Rockefellers, são alguns dos proprietários da Vanguard, que por sua vez é a maior accionista da BlackRock, sendo que em conjunto estes dois “fundos” não só possuem uma grande parte das acções de quase todas as grandes empresas mundiais, mas também controlam as acções dos investidores nessas empresas. Isso dá-lhes um monopólio quase completo em sectores como comunicação social, indústria, grandes “tecnológicas” como Microsoft, IBM, Google, Facebook Twitter, alimentação, “big pharma”, bancos centrais em todo o mundo – incluindo a Federal Reserve dos EUA – que é uma entidade privada, etc).
    Não foram os responsáveis/ benificiários desta GRANDE FRAUDE julgados, condenados e punidos de forma exemplar, o que lhes deu «motivação adicional» para «voltar à carga» uns anos depois com «esquema idêntico» mas de dimensão muito maior e muito mais «lucrativo», com a “Gripe A”, e o vírus H1N1 alegadamente «libertado por acidente» de um laboratório.
    Com a OMS a declarar em 25 de Abril de 2009, que a epidemia era um caso de “Emergência de Saúde Pública de Âmbito Internacional”, significando que todos os países deveriam acentuar a vigilância em relação à propagação do vírus. No dia 11 de Junho o nível de “alerta” subiu ao máximo (nível 6) e é decretada a “pandemia”, com uma «conveniente» e «cirúrgica» alteração da definição para que esta epidemiazinha pudesse ser declarada como “pandemia”. O que levantou sérias suspeitas do Conselho da Europa, que decidiu investigar, com a Comissão Para a Saúde do Parlamento Europeu a aprovar, em Janeiro de 2010 e por unanimidade, a resolução que convoca o inquérito, onde se pode ler:
    “A fim de promover as suas drogas patenteadas e vacinas contra a gripe, as empresas farmacêuticas influenciaram cientistas e agências oficiais responsáveis pela Saúde Pública para alarmar os governos em todo o mundo e fazê-los despender orçamentos da Saúde, já de si reduzidos, em campanhas de vacinação ineficazes que expuseram, desnecessariamente, milhões de pessoas saudáveis ao risco de efeitos colaterais desconhecidos, devido a vacinas insuficientemente testadas.”
    Segundo a revista Visão (nos “tempos” em que publicavam artigos com critérios jornalísticos sérios) de 02.01.2010 (https://visao.sapo.pt/atualidade/2010-01-02-parlamento-europeu-investiga-gripe-af543078/):
    “O inquérito do Parlamento Europeu vai analisar a questão da “pandemia fictícia” declarada pela OMS em Junho de 2009, a conselho do seu grupo de especialistas e académicos (SAGE), muitos dos quais, foram apontados como tendo estreitos laços financeiros com os mesmos gigantes da indústria farmacêutica (os laboratórios ‘GlaxoSmithKline’, ‘Roche’, ‘Novartis’) que beneficiaram da produção de drogas e vacinas não testadas destinada à Gripe H1N1.”
    “No seu relatório oficial dirigido à Comissão, o Dr. Wodarg critica a pressão efectuada pela indústria farmacêutica junto de cientistas e funcionários da OMS, frizando que ela conduziu à situação em que “milhões de pessoas saudáveis foram desnecessariamente sujeitas ao risco de vacinas insuficientemente testadas” para uma epidemia de gripe reconhecida como “largamente menos perigosa” do que qualquer das epidemias gripais conhecidas até agora.”
    “Ao classificar a Gripe Suína (H1N1) como pandemia, a OMS conseguiu forçar os Estados a desenvolver planos de emergência para combater a pandemia, bem como, a adquirir milhões de lotes de vacinas anti-Gripe Suína”.
    A primeira vacina para a “nova gripe” foi anunciada para o início do Outono de 2009. Os laboratórios Novartis e Baxter International foram os primeiros a iniciar a produção em larga escala da vacina, seguidos por outros. E muitos países europeus compraram grandes lotes dessas vacinas, embora oficialmente esta “Gripe A” tenha causado menos mortes que uma simples gripe sazonal, segundo um estudo divulgado em Janeiro de 2013.
    Mas os possíveis efeitos colaterais das “vacinas” permaneceram e geraram controvérsia entre a população e os órgãos oficiais de saúde. A suspeita mais grave é a de que a vacina estava a provocar dezenas de mortos e estava relacionada com a síndrome de Guillain-Barré, uma doença incapacitante grave que ataca o sistema nervoso central.
    Assim, em Agosto de 2010, a directora-geral do organismo da OMS, Margaret Chan, anunciou o fim da “pandemia” de “gripe A”.
    Segundo se sabe, Portugal comprou milhões de doses destas «coisas», das quais foram utilizadas apenas 5%, com o restante a ir «para o lixo».
    Não foram, novamente, os responsáveis/ benificiários desta FRAUDE MONUMENTAL julgados, condenados e punidos de forma exemplar, o que lhes deu nova «motivação adicional» para «voltar à carga» uns anos depois com «esquema idêntico», mas agora à escala global, com o “novo Corona vírus”.
    Sendo certo que, entretanto, a «big pharma» (com a Pfizer “à cabeça”) tem somado ao longo de décadas inúmeras condenações em diversos Tribunais nacionais e internacionais por sistemáticas práticas Criminosas que «roçam» os Crimes contra a Humanidade, com experiências em larga escala de diversos medicamentos não autorizadas (até em crianças!) nos países do “3º mundo”, a coberto de uma pretensa “filantropia”. E tem «escapado» das condenações efectivas com o pagamento de «coimas» milionárias…que pouca «mossa» fazem nos lucros obscenos resultantes da actividade criminosa.
    Temos então, pela 3ª vez, os mesmos “protagonistas” (OMS a declarar uma conveniente “pandemia”, FDA a “aprovar” em tempo record uma «utilização de emergência» de uma “vacina” ainda EXPERIMENTAL, Fauci a “recomendar” dose sobre dose da “vacina milagrosa” injectada no maior nº possível de pessoas e o mais rapidamente possível – sem olhar a consequências, e a “Big Pharma” a «facturar» exaurindo os orçamentos dos Serviços de Saúde de inúmeros países), com o mesmo «esquema» a uma dimensão global, com os mesmos (e mais alguns novos “accionistas/ investidores” como o Bill Gates que só ele, com as “vacinas” já lucrou 200 biliões de dólares!) «beneficiários» destas receitas obscenas.
    Com a agravante que até (comprovadamente) financiaram o «ganho de função» de um vírus do morcego que era inofensivo para o Homem, novamente «libertado por acidente» de um laboratório, «criando a necessidade» de “investigação” multi-milionária e posterior distribuição de uma «vacina» á escala global, que até já estava patenteada desde 2012.
    «Liderados/ suportados» pela OMS e seu Director-Geral, o ex-ministro da Saúde da Etiópia, alvo de críticas severas justamente pela sua forma de lidar com simples epidemias, acusado de, entre 2006 e 2011, minimizar vários surtos de cólera (que considerava teimosamente como “diarreizinhas”), atrasando assim, de forma CRIMINOSA, as contramedidas necessárias e dando origem a milhares de mortes que poderiam ter sido evitadas. Situação que só não foi mais grave por forte intervenção dos «médicos sem fronteiras». E é «isto» que “lidera” a OMS e o Ministério da Saúde Portugês «segue religiosamente». Não teremos cá Médicos dignos do título?
    Aguardo (sentado) que as “Autoridades”, pagas pelos Contribuintes, façam o trabalho que já devia ter sido feito desde os anos 80 do Séc. passado, para não chegarmos a este ponto. Já agora, juntem à “investigação” as inúmeras «negociatas» das máscaras, ventiladores, «apoios Covid» a todo o tipo de «instituições de amigos», etc. que estão a colocar o país na 4ª BANCARROTA.
    Assim como os “generosos apoios” da «Big pharma» aos muitos “especialistas” e Ordem dos médicos para debitarem tantas alarvidades diariamente na comunicação social, criando grave alarme social e COAGINDO as pessoas a tomar a “vacina”. E os contratos CRIMINOSOS entre o Governo e as farmacêuticas, isentando-as que qualquer responsabilidade por efeitos secundários (que já se cifram em muitos milhares de mortos ou com graves lesões – EMA, CDC…) da “vacina” – Algo INÉDITO com outros medicamentos/ vacinas.
    Terá que ser tudo devidamente «explicado». Até a real “eficácia” da alegada “vacina”, olhando para os países com a população toda “vacinada” como Israel…que já vai na 3ª dose…a caminho das seguintes.
    Isto posto e não negando o vírus (mas não lhe atribuindo a gravidade “propagandeada”), prefiro ser «Negacionista» do que «Burro como o Carago». Mas cada um saberá o que prefere.

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