Cheganos Oficiais, João Tilly, Pedro Bandeira Calheiros

Conselheiro Nº 1 do Chega alvo de várias acusações e denúncia no Tribunal por parte do Chega Viseu

A Página do Chega – Concelho de Viseu publicou uma longa mensagem, assinada pelos “ex-dirigentes” da concelhia (está entre aspas, porque nisto do Chega nunca se percebe se eram ou se ainda são): Pedro Osório Calheiros, Victor Manuel Costa e José Manuel Almeida, com várias acusações a João Tilly, “Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu”.
Os contestatários do Conselheiro Nº 1 do Chega, a quem o dito presidente “anunciou a retirada de confiança política”, enviaram um “relatório/participação com 67 páginas e 102 pontos, enviámos um rol de asneiras, algumas bem graves, num igual rol de pessoas, ao Presidente do Partido, aos Conselhos de Ética e de Jurisdição, dando conta da gravidade”, mas “NINGUÉM buliu uma palha… Nada se passou… Não funcionam!”
Mensagem do CHEGA – Concelho de Viseu:

Caros Correligionários:
Houve tantas e tão variadas asneiras e criancices nesta Distrital que a paciência se esgotou, ao fim de longa e escusada espera.
Difícil será fazer um arrolamento das incontáveis, graves e arrapazadas atitudes, que têm alvejado os militantes do Chega e, de modo particular, no Distrito de Viseu.
Chega! A paciência tem limites e a tolerância chegou ao fim. O Sr Eng Tilly, a gente que o segue (depois de terem sido por ele trucidados verbalmente) e que crêem que tudo lhes pode ser possível fazer, vão ter de arrepiar caminho.
A última, e que fez transbordar o copo, foi o facto de estarem a fazer convites para um jantar atascado, a realizar brevemente, com o Presidente A. Ventura, em Viseu, numa lista privada, deixando todos os outros militantes, como se de escória se tratasse, “a ver navios”. O Chega / Viseu é, hoje, o Eng Tilly “y sus muchachos” e o resto dos militantes são peças com que joga quando há eleições ou é preciso fazer tarefas que ele, um habitante de Seia, não faz por cá..
Este é o dito presidente da Secção Distrital na sua verdadeira essência e este procedimento vem dar corpo a um incontável número de trapalhadas e trafulhices com que tem brindado as nossas gentes do Chega, ele, que aqui é um forasteiro. Esta é só mais uma artistice para “engrossar o molho”.
Vai ter que dar explicações, bem assim como a Direcção do Partido o deverá fazer, uma vez que tem conhecimento, há muito, de toda a espécie de ilegalidades cometidas arbitrária e despudoradamente por esta criatura, com a anuência e apoio dos seus “peões de brega”.
Mantenham-se atentos…
E agora para quem quiser ler mais…
Vá-se ao Portal do Chega e procure-se a Distrital de Viseu. Desapareceu da página! Mas o convite para o Jantar é assinado pelo presidente da distrital…
Na lista do Portal aparece (por acaso?) a Distrital da Guarda (de que o Eng Tilly diz ser coordenador) mas nunca houve eleições.
A Distrital de Viseu teve eleições. A Direcção não foi destituída, mas não aparece oficialmente… Talvez por nunca ter havido um livro de Actas, nem uma Acta onde conste a tomada de posse, ou outro qualquer conteúdo, como determina a Lei…
O dito presidente anunciou a retirada de confiança política a três elementos da distrital. Fê-lo na Comunicação Social, anunciou-o numa assembleia geral, pirata, disse que enviaria carta registada a formalizar o dito anúncio, mas nada fez. Porquê? Porque pura e simplesmente não o podia fazer, por incompetência para o efeito. Mas mais, nunca poderia tocar num membro da mesa da assembleia da distrital, como anunciou ter feito, mesmo que tivesse a tal competência para a retirada de confiança. Outra artistice de miúdo, outra ilegalidade, outro atentado ao bom nome dos visados, signatários…
Aquando do Congresso andou numa trapalhona atitude, insultando, injuriando, difamando e acusando de inúmeras coisas (sempre com os acólitos a secundá-lo) os militantes que não são da sua confiança, igualha, e escolha, e que se preocuparam em organizar outra lista para poderem assistir aos trabalhos do seu Partido, por não se reverem no seu baixo/térreo comportamento. Já nessa altura quis, por certo, fazer o que agora ensaia repetir: só vai a eventos do Partido quem ele achar que deve ir! Isto não é ser-se anti democrático, é alarvice e não ter a mínima ideia dos limites do exequível, por um lado, e do comportável, por outro. Esses, os preteridos, são os que querendo participar na vida do Partido foram sujeitos a toda a sujeira que esse tipo de comportamento e de carácter desqualificado nos impôs, levando, por arrasto (não se sabe como) um grupinho de gente que optou por lhe seguir os passos e imitá-lo em tudo que de mais reprovável e despido de moral se poderia imaginar em gente de um Partido que se quer e diz diferente. Balelas. Nem estes militantes, nem a Direcção do Chega tem feito honra à virtude todos os dias badalada, nem têm provado ser diferentes dos outros…
O Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu é um consabido democrata, com provas dadas noutros, vários, partidos, sempre com o mesmo jeito de elefante em loja de porcelanas. Só que nos outros meteram- lhe o dedo no nariz e o nosso Partido não o fez (por enquanto!) … Haja fé.
Num relatório/participação com 67 páginas e 102 pontos, enviámos um rol de asneiras, algumas bem graves, num igual rol de pessoas, ao Presidente do Partido, aos Conselhos de Ética e de Jurisdição, dando conta da gravidade do que foi sucedendo sob a batuta do (como tanto gosta de anunciar de si) Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu (este último cargo nem existe, mas ele não sabe…). Pedia-se a intervenção da Direcção do Partido, dos seus Órgãos com competência explícita para os dirimir, deu-se-lhes tempo, repetiu- se o envio, por correio registado e electrónico, marcaram-se reuniões de olhos-nos-olhos com o Presidente do Partido, com Vice Presidentes e mais figuras gradas do Partido e NINGUÉM buliu uma palha…
Participados, como dito, à Ética e à Jurisdição, ainda lhes foi, por nós, lembrado de que o prazo estatutariamente previsto para decisão se estava a extinguir e que, mais uma vez, se aguardava resposta. Nada se passou… Não funcionam!
Bom, é nesta certeza que o Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu, lavra e semeia. Foi neste sórdido estado de coisas que nos embrulharam e não se vê fim à vista, a menos que outras medidas sejam postas em andamento.
Afinal, o nosso Partido dá cobertura a gente desqualificada moralmente (e fico-me por aqui) não age de forma a sacudir-se de gente com atitudes deste teor, nem está interessado em se depurar? Faz, portanto, o mesmo que todos os outros, quiçá pior?
Entrou na Segunda-feira passada no Tribunal de Viseu uma denúncia sobre um facto de contorno criminal praticado no âmbito das suas funções políticas em que o visado é o Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu. Desta matéria foi avisada, e várias vezes lembrada, a cúpula do Partido, com pedido de intervenção. Nada se passou. Também o visado foi informado, porque a ética assim o demanda…
Como é possível que um dirigente elabore uma lista de militantes a convidar para uma lancheta num tasco, com o Dr André Ventura e faça caixinha com quem vai e com os que não podem ir, por barramento de sua vontade? A este respeito, agora e nesta factual circunstância, gostaria de perceber o que acham os seus seguidores sobre esta pantominice dos convites ”secretos” para um Jantar do Partido. Gostaria de saber se concordam com esta aleivosia, se se revêm nela e, finalmente, se é assim que querem que a imagem do Partido seja propalada e vista. É disso que se trata e mais tarde, ou mais cedo, irão percebê-lo. Há muita gente interessada em saber o que é o Partido e, para se ser honesto, tem de se lhes explicar tudo, tim-tim por tim- tim. Este é, talvez, um caso linear, com exemplo na ornitologia, se examinarmos o comportamento do cuco…
Imagine-se que até a fechadura da Sede foi mandada mudar. Rapaziada com 12 anos não faria melhor! Dirão que foi para que não desaparecessem mais coisas, possivelmente, mas não é assim. Depois do anúncio (na assembleia geral, pirata) de que a Sede iria ser muito brevemente fechada (“por estar assombrada”!) quem lá tinha coisas foi buscá-las, antes que fossem, por certo, despejadas na rua. E mais curioso ainda: as coisas que lá estavam eram todas pertença daqueles a quem irresponsavelmente o Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu disse ter tirado a confiança política, seja lá isso o que fosse.
Um dia, a correligionária que agora o acompanha para todo o lado e lhe dá assessoria , disse dele, a várias pessoas, o que Mafoma não se lembraria de dizer do toucinho. O que terá, entretanto, visto naquela criatura? Algum coração especial… É de gente assim que vive esta Distrital…
Houve um insignificante desaguisado à frente do café que está por baixo da Sede. Disso o Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu fez um cavalo de batalha, apesar de saber o que se tinha passado, com explicação verbal e relatório feitos por mim, para ele e para a Direcção do Partido. Esta comunicou que mantinha a confiança nos homens e mulheres de Viseu, e ele, e o grupo que, seguindo-o como hienas, lançaram um ataque em várias frentes, privilegiando a Comunicação Social e as redes sociais para derramar a sua peçonha. Tudo isto sem dar tempo a que a justiça se pronunciasse, sem ouvirem os intervenientes. Já a Dra Maria Vale, tendo assistido ao sucedido, veio oferecer-se, no momento, como testemunha, mas, talvez procurando “lugar ao Sol”, nunca teve a coragem, a honestidade e o carácter de ter sustado as alarvidades à volta deste assunto, pondo-lhe uma pedra em cima, antes aproveitando-o para deixar explorar da forma mais indigna, suja e inconsequente que se poderia imaginar, de gente que diz estar neste partido por não ser como os demais, lavando, a lodo e babando com peçonha a imagem de quem lhes fica a léguas no tocante à escorreição…
E, como a Direcção do Partido, alertada de todas as formas possíveis e de variadas maneiras e vezes, decidiu fazer “ouvidos de mercador” a tudo de quanto tomou conhecimento, e encobrir, ignorando tudo o reportado, chegou a hora de partir para acção e tentar devolver a merecida dignidade a todos aqueles a quem malevolamente atingiram: os militantes que têm visto o seu estatuto desprezado e o seu papel de cidadão e militante obliterados…
Chega!
O Sr Eng João Tilly tem feito tantas asneiras quanto nós lhe temos permitido. Tem andado à solta sem aproveitar, com inteligência e humildade, o espaço que lhe foi dado para tomar carreira direita. A falta de acção da Direcção do Partido, por razões que se desconhecem, parece revelar um certo grau de conivência e cobertura aos múltiplos comportamentos desviados do Presidente do Conselho Nacional, 1º Conselheiro Nacional, Coordenador dos distritos de Viseu e Guarda e Presidente da Comissão Política Distrital de Viseu, observado, que foi, pacientemente, o seu mutismo.
Tudo o que foi dito é óbvia e facilmente comprovável. Muito mais haveria para dizer. Esperemos que não haja necessidade.
Agora, cientes do que se passa, cabe-nos a responsabilidade da mudança e escolha do rumo a tomar, para bem do Partido e despidos de vaidades bacocas, repetitivas e diminuídas, ou de interesses pessoais que o prejudiquem.
Juntos afirmaremos a vontade e gosto de sermos militantes de corpo inteiro, sem peias, grilhetas ou más vontades de personalidades tortas.
Pedro Osório Bandeira Calheiros, militante 5175; Victor Manuel Henriques Costa, militante 6758;
José Manuel Paulino Marques de Almeida, militante 6846.
E,
Para melhor percepção do que se trata e de quem se trata, vai aqui o teor de uma mensagem (fresquinha) do “Presidente do……. e de …. e primeiro… e tal….”, para um militante:
“Amigo Leandro nada há mais para conversar.
A minha confiança (e a de André Ventura que me é confiada enquanto presidente da distrital mas sobretudo enquanto 1.o Conselheiro Nacional desde sempre) não é depositada em carrapatos analfabetos nem em GNRs na reserva que ninguém conhece e que traíram o presidente da distrital que implantou o partido no distrito e sempre teve a total confiança do Presidente do Partido.
A minha confiança é na Dra Maria Valle que não joga com esses inimigos do partido.
Você foi alertado várias vezes e mesmo assim tentou jogar contra o Conselheiro nr1 e contra André Ventura… e perdeu.
Eu avisei-o para que não desse ouvidos a ratos. Ratos imundos. Você quis jogar com todos. E perdeu.
O CHEGA não é um partido de jogadores nem de traidores.
Eu expliquei-lhe isso.
O CHEGA! é um partido de gente de BEM que não joga com a escumalha e que tem apenas uma cara. Lamento.
Um dia que se liberte dessa escumalha imunda e inimiga do partido que – depois de 30 crimes ainda apelou ao voto no PSD em Viseu – poderemos voltar a falar.
Até lá, não. Abraço.
JT”
#CHEGA 🇵🇹
#andreventura
#chegaviseu
Não nos calarão.

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