Bruno Nunes, Cheganos Oficiais, Marta Trindade

Comissão Autárquica Nacional do Chega justifica os votos no PCP e revela que agora vão-se abster

Depois das justificações do Chega Seixal, agora é a vez da Comissão Autárquica Nacional do Chega, coordenada por Bruno Nunes, Marta Trindade e Pedro dos Santos Frazão, através da página oficial esclarecer que o voto no Partido Comunista Português nas assembleias de freguesia de Amora e Corroios, foi um episódio verdadeiramente excecional.
De tal forma, que agora vão-se abster na eleição para a Assembleia Municipal do Seixal, onde têm direito a 3 votos, deixando assim o desempate entre o PCP-PEV (13) e a aliança autárquica PS/PSD (11+3) para o Bloco de Esquerda (2) e para o PAN (1).

COMUNICADO
PARTIDO CHEGA
O CHEGA vem por este meio esclarecer os seus militantes e simpatizantes acerca dos últimos acontecimentos no município do Seixal.
Ao votar na CDU, em duas assembleias de freguesia, fomos acusados de trair os princípios nos quais cada vez mais portugueses se revêm.
Em abono da verdade, afirmamos que:
– O Seixal assiste a uma coligação de facto, pós-eleitoral, entre PS e PSD, que tem como objetivo evidente o assalto ao poder;
– Num sujo jogo de bastidores, eleitos do CHEGA tem sido aliciados, por todo o país, para votarem a favor de outros partidos, à revelia das diretivas do CHEGA. No caso em concreto, no Seixal, para votarem na união de facto PS/PSD
– Como afirmou publicamente o presidente do partido, André Ventura, os eleitos do Chega que viabilizarem qualquer solução socialista em alguma câmara do país estão a violar gravemente as regras do Chega e o espírito daqueles que neles votaram nestas eleições.
– O CHEGA recorda uma posição fundamental: o parasitismo de Estado, personificado pelo PS, é o maior mal a erradicar no panorama político nacional. E o PSD mostra uma sede crescente de se juntar a este polvo de inúmeros tentáculos, numa ânsia de reproduzir o Bloco Central;
– Com esta profunda convicção acerca da teia de interesses que aprisionou Portugal, o CHEGA reafirma que não fará qualquer coligação ou acordo pós-eleitoral, nem com o PS nem com o PSD. O mesmo se aplica à CDU, no Seixal, ou em qualquer outro município;
– O sentido de voto nas duas assembleias de freguesia foi um episódio verdadeiramente excecional, um parêntesis aberto e fechado. Não pode ser lido como uma mudança de posição. Existe uma única versão do CHEGA. O partido não tem uma versão nacional e outra para consumo nas autarquias;
– Para que não restem dúvidas, o CHEGA anuncia publicamente que os três deputados eleitos para a Assembleia Municipal do Seixal se irão abster na votação de amanhã, dia 19. Caberá aos restantes partidos entenderem-se em torno da mesa da Assembleia.
Comissão Autárquica Nacional

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