Um homem de 69 anos, maquinista reformado, já referenciado em 2021 por um ataque racista, assassinou hoje três pessoas com uma arma de fogo e feriu pelo menos outras três, uma delas em estado grave, dentro do Centro Cultural Curdo Ahmet Kaya, em Paris. O suspeito foi detido em flagrante e levado para o hospital, e o ataque provocou a revolta da comunidade curda.
Laure Beccuau, procurador de Paris, revelou que o homem havia sido libertado da prisão há menos de quinze dias, depois de ter sido preso há um ano por atacar um acampamento de imigrantes na cidade com uma espada, ataque que feriu duas pessoas. O agressor, segundo a mesma fonte, também já havia se envolvido em um incidente no subúrbio da cidade de Seine-Saint-Denis, que abriga uma grande população de imigrantes.
O número um do PS francês, Olivier Faure, reagiu no Twitter onde escreveu que o que aconteceu hoje deve despertar em cada um de nós para o perigo que a extrema direita representa: “Dar legitimidade ao racismo é armar o Movimento identitário”. Movimento identitário em Portugal ficou conhecido por “Causa Identitária” (“concorrente” da Frente Nacional de Mário Machado, saber mais no Setenta e Quatro).
Aujourd’hui, le criminel s’est attaqué aux Kurdes. Ce qui s’est passé doit réveiller chacun d’entre nous sur le danger que représente l’extrême droite. Donner une légitimité au racisme, c’est armer les identitaires
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