Cheganos Oficiais, Pedro Bandeira Calheiros

Candidato do Chega a Viseu fez comentários polémicos sobre Bruno Candé e Diogo Infante

Pedro Osório Bandeira Calheiros, reformado de 63 anos, foi Coronel de Cavalaria da Guarda Nacional Republicana e comandante da GNR em Viseu em 1993, é o Candidato do Chega à Câmara Municipal de Viseu nas Eleições Autárquicas de 2021. O Mestre da Ordem Soberana dos Cavaleiros de Sto Urbano e S. Vicente – Confraria dos Degustadores do Vinho do Dão, que foi Campeão Nacional de tiro, individual e por equipas, por 34 vezes, tem algumas mensagens polémicas na sua página no Facebook. Em 2014 o Vice-presidente da distrital de Viseu do Chega, Pedro Calheiros, fez comentários homofóbicos sobre Diogo Infante, e em 2020, para comentar o crime de ódio racial (conforme acusação do Ministério Público) de que o Bruno Candé foi vítima, disse que o ator “passava a vida a vida a beber, insultar, assaltar e, quando o confrontavam, agredia as pessoas principalmente cidadãos com bastante idade e sempre brancos”.
Em 2014, escreveu sobre a eleição de Diogo Infante e o marido, Rui Calapez, como o Casal do Ano pelo portal dezanove.pt, que se dedica a notícias LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros):

Li esta notícia e… nem sei o que diga !!!
Diogo Infante e marido são Casal do Ano .

Para esclarecer a sua “surpresa”, nos comentários dessa mensagem, escreveu:

Não me conformo é com o merejar, permanente, insidioso e malino com que se elege uma parelha de panilas para “Casal do Ano”. Não há mais onde ir buscar lixo ???

Pedro Osório Bandeira Calheiros, escreveu em 2020 (não sabemos e é um texto original ou se foi copiado de outro local, mas não foi identificado como tal), sobre o assassinato de Bruno Candé:

Continua a máquina a esmagar…
Numa altura em que os media querem tanto fazer crer que o octogenário que matou o Bruno Candé Marques é um monstro racista vamos falar um pouco sobre a vítima.
Bruno Candé Marques é bem conhecido da PSP devido ao seu passado criminoso e delinquente quando era morador do antigo bairro que se chamava Chelas zona J agora conhecido por Bairro do Condado.
Neste momento vivia em outro bairro social em Moscavide depois de ter obtido o desdobramento da antiga habitação dos pais ou seja vivia numa habitação social paga por todos nós.
Tinha 3 filhos, mas vivia á conta do erário público pois era um dos muitos que descobriu que receber o rendimento de inserção era bem melhor que trabalhar.
Os moradores de Moscavide, bem como a PSP, sabem bem quem era o Candé pois passava a vida a vida a beber, insultar, assaltar e, quando o confrontavam, agredia as pessoas principalmente cidadãos com bastante idade e sempre brancos. Tudo o que foi escrito e descrito até agora existem testemunhas que podem corroborar os factos.
O Sr Mamadhou Ba, Joacine Katar e companhia têm razão, foi realmente racismo que matou o Bruno, mas foi o dele contra os brancos, o que ele nunca pensou foi que um octogenário se virasse contra ele.
Os media controlados por covardes de esquerda querem nos fazer acreditar que somos todos racistas e demónios, e aproveitam este tipo de histórias para gritar bem alto RACISMO. Quando o jovem branco foi morto no campo grande por três negros de origem guineense não se ouviu falar em racismo. Quando dois cidadãos negros foram atacados e um deles morto por ciganos também não se ouviu falar em racismo.
Outra coisa que achei piada foi a versão que passou na televisão que o octogenário teria sido capturado por populares, só podem estar a brincar, então mas alguém no seu perfeito juízo vai tentar capturar um homem que acabou de matar outro e ainda está armado? Não, o octogenário matou o Bruno e ficou calmamente á espera das autoridades. O que se viu na TV foi show off para dar audiências.
Meus concidadãos está na hora de acabarmos com esta hipocrisia que se apoderou do nosso país, se és criminoso tens de ser preso independentemente da tua raça ou religião.
Se vens de fora de Portugal tens de cumprir as nossas leis e costumes senão vai-te embora, não te queremos cá e isto também seja qual for a tua raça ou religião.
Falta só acrescentar que o octogenário deve ser preso sim, matou e premiditou o que ia fazer. A justiça tem e deve ser aplicada a qualquer um que a desrespeite, independentemente da sua raça ou religião e independentemente de haver ou não circunstâncias atenuantes. Isso cabe aos juízes decidir.

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